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Casa de cabeça para baixo ganha vida na nova fachada da Vilarejo em Campos

Um dos símbolos mais reconhecidos da Vilarejo ganhou uma nova leitura na paisagem de Campos dos Goytacazes. A tradicional casa de cabeça para baixo agora inco...

Casa de cabeça para baixo ganha vida na nova fachada da Vilarejo em Campos
Casa de cabeça para baixo ganha vida na nova fachada da Vilarejo em Campos (Foto: Reprodução)

Um dos símbolos mais reconhecidos da Vilarejo ganhou uma nova leitura na paisagem de Campos dos Goytacazes. A tradicional casa de cabeça para baixo agora incorpora tecnologia, movimento e cenas que mostram a vida acontecendo dentro dela. A nova fachada preserva elementos que fazem parte da identidade da Vilarejo há décadas, como o telhado próximo ao chão e a arquitetura invertida, e acrescenta seis grandes painéis de LED. Neles, uma família aparece vivendo situações cotidianas, entre momentos em casa, encontros e um jantar com amigos. A proposta é fazer com que um símbolo já conhecido acompanhe também o momento atual da marca, que completa 30 anos em 2026, está presente em oito cidades do estado do Rio de Janeiro e mantém uma relação com Campos desde 2009. Um dos símbolos mais reconhecidos da Vilarejo ganhou uma nova leitura na paisagem de Campos dos Goytacazes. A tradicional casa de cabeça para baixo agora incorpora tecnologia, movimento e cenas que mostram a vida acontecendo dentro dela. A nova fachada da loja preserva o telhado próximo ao chão e os elementos invertidos que fazem parte da identidade da Vilarejo há anos, mas acrescenta seis grandes painéis de LED. Neles, uma família aparece vivendo situações cotidianas, como momentos em casa, encontros e um jantar com amigos. A proposta é atualizar uma fachada conhecida para representar também o momento atual da marca, preservando sua história enquanto continua evoluindo. A nova fachada da Vilarejo em Campos atualiza a tradicional casa de cabeça para baixo e incorpora seis painéis de LED que mostram cenas do cotidiano de uma família Acervo Vilarejo Uma história que começou no ano 2000 A relação da Vilarejo com a casa de cabeça para baixo começou há mais de duas décadas. Segundo Frederico Mello, diretor do Grupo Vilarejo, a primeira fachada nesse formato foi criada em Macaé, no ano 2000, acompanhando uma mensagem que se tornou parte da história da marca: transformar casas de cabeça para baixo em sonhos realizados. Ao longo dos anos, a construção invertida apareceu em diferentes unidades e se tornou muito mais do que um elemento de fachada. Virou ponto de referência, despertou a curiosidade de quem passava pelas lojas e entrou na memória de moradores, clientes, arquitetos e principalmente das crianças, que frequentemente paravam para observar e fotografar a casa. A antiga versão da casa de cabeça para baixo marcou por muitos anos a identidade visual das lojas Vilarejo, com elementos arquitetônicos invertidos que se tornaram reconhecidos pelo público Acervo Vilarejo Com o passar do tempo, arquitetura, varejo e experiência de compra também evoluíram. A Vilarejo acompanhou esse movimento, atualizando lojas e criando novas formas de apresentar produtos e receber os clientes. A casa invertida permaneceu como uma referência afetiva dessa trajetória e, em Campos, passa agora a representar um novo capítulo. “Não queríamos trazer apenas a fachada como ela era antigamente. A ideia foi unir essa memória à modernidade e fazer com que agora a casa tenha vida dentro dela”, explica Frederico. Campos é a primeira unidade a receber essa nova interpretação do conceito, combinando a arquitetura que marcou a história da rede com recursos capazes de transformar a fachada ao longo do dia. Tecnologia coloca a rotina dentro da fachada Se a estrutura mantém referências conhecidas, os painéis de LED dão uma nova dimensão à experiência. Para Lucas Mello, CEO da Vilarejo, a proposta foi preservar o vínculo afetivo da casa invertida e acrescentar tecnologia a um símbolo que já faz parte da relação da marca com as cidades onde está presente. “A casa de cabeça para baixo faz parte da cidade e é muito afetiva para a gente. Ao mesmo tempo, queríamos trazer tecnologia. São seis painéis de LED mostrando o dia a dia das famílias, famílias das quais também fazemos parte por meio de milhares de obras”, afirma. As cenas fazem com que a casa deixe de mostrar apenas sua arquitetura para apresentar também aquilo que acontece dentro dela. A rotina, os encontros e os momentos compartilhados passam a fazer parte da própria fachada. Lucas relaciona essa transformação à trajetória da Vilarejo, que em 2026 celebra três décadas de atuação. “São 30 anos de história e um legado muito grande, mas sempre buscando inovar e trazer tecnologia para quem faz obra conosco.” Campos faz parte dessa história desde 2009 A nova fachada também marca a continuidade da relação da Vilarejo com Campos dos Goytacazes, cidade onde a marca está presente desde 2009. Hoje, a rede conta com oito lojas, localizadas em Araruama, Maricá, Cabo Frio, Búzios, Rio das Ostras, Macaé, Campos dos Goytacazes e Niterói. Ao longo dessa expansão, a casa de cabeça para baixo permaneceu como uma das imagens mais associadas à trajetória da Vilarejo. Na unidade de Campos, esse símbolo agora ganha movimento e passa a dialogar não apenas com quem entra na loja, mas também com quem passa pela rua e reconhece uma referência construída ao longo dos anos. A casa de cabeça para baixo ganha um novo significado Para Monique Mello, presidente da Vilarejo, a renovação também reforça a relação entre a história da marca e aquilo que ela representa hoje. “Há 30 anos somos reconhecidos pela casa de cabeça para baixo. Agora ela ganha uma fachada mais contemporânea, com tecnologia e capaz de interagir com o dia a dia das pessoas”, afirma. A família exibida nos painéis ajuda a construir essa narrativa. Em vez de apresentar apenas uma casa, a fachada mostra aquilo que acontece depois que uma construção ou reforma termina: pessoas vivendo, recebendo amigos e criando histórias naquele espaço. É também daí que surge uma nova leitura para a ideia de estar “de ponta-cabeça”. “Muitas vezes, a vontade de fazer uma obra começa quando sentimos que alguma coisa está desajustada, que está de ponta-cabeça. A nossa proposta é transformar isso junto com o cliente em conforto, bem-estar e em um sonho realizado”, explica Monique. Os painéis dão movimento à fachada e mostram situações do cotidiano, aproximando a tradicional casa invertida das histórias vividas dentro de cada lar Acervo Vilarejo Um símbolo conhecido entra em uma nova fase A transformação da fachada acompanha também mudanças que vêm acontecendo dentro das lojas. Expositores mais interativos, materiais que podem ser vistos sob diferentes tipos de iluminação e espaços pensados para aproximar o cliente do produto mostram como a experiência de compra também evoluiu. Em Campos, essa proposta começa antes mesmo de entrar na loja. A casa continua de cabeça para baixo e mantém a referência que acompanha a Vilarejo há décadas. A diferença é que agora existe vida acontecendo dentro dela. No ano em que completa 30 anos, a Vilarejo transforma um dos símbolos mais reconhecidos de sua história sem deixar para trás aquilo que o tornou especial. Memória, arquitetura e tecnologia passam a dividir a mesma fachada, mostrando que preservar um legado também pode significar encontrar novas formas de fazê-lo continuar vivo.

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